Noite de sábado (18), Rua Professor João Evangelista da Costa, em Araçatuba. O que parecia ser mais um fim de semana tranquilo terminou em uma ocorrência policial. Um homem de 39 anos é acusado de invadir a casa da ex-companheira, agredir o ex-sogro e fugir antes da chegada da Polícia Militar. O caso foi registrado no Plantão da Polícia Civil e será investigado.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima, de 55 anos, estava na residência da filha quando o ex-genro entrou no imóvel e foi direto perguntar onde ela estava. Recebeu a resposta de que a ex-companheira participava de uma aula de bateria em uma igreja, ao lado do filho.
A informação, conforme o registro policial, provocou a reação do investigado. Ainda de acordo com o boletim, ele passou a acusar o ex-sogro de esconder o paradeiro da filha e insinuou que ela estaria fazendo algo de errado, mesmo tendo sido informado de que ela estava na igreja.
A discussão aumentou de tom em poucos instantes. Conforme o relato da vítima, o homem partiu para a agressão, segurou o ex-sogro pelo pescoço e tentou enforcá-lo. Na tentativa de se defender, os dois caíram no chão. Durante a luta corporal, a vítima sofreu uma mordida na mão direita e ainda teve lesões nas costas e no pé esquerdo.
Ferido, o homem procurou atendimento no Pronto-Socorro. Ele passou por exame de raio-X, que não apontou fraturas. Após receber medicação e atendimento médico, foi liberado.
Antes de deixar o imóvel, o suspeito ainda teria feito uma nova ameaça. Segundo o boletim, ele disse para a vítima aguardar porque voltaria ao local. A movimentação chamou a atenção da vizinhança, que acionou a Polícia Militar. Quando as equipes chegaram, porém, o homem já havia fugido.
O boletim de ocorrência informa ainda que existe uma medida protetiva em vigor contra o investigado. Não foi possível confirmar se ele estava sob efeito de bebida alcoólica ou de outra substância. O registro policial apenas descreve que ele apresentava comportamento bastante alterado.
A ocorrência foi registrada no Plantão da Polícia Civil de Araçatuba e encaminhada à unidade responsável pela investigação. A vítima recebeu orientação sobre o prazo legal para oferecer representação criminal.
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